Sigmund Freud
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Sobre Sigmund Freud

Nome: Sigmund Freud

Nacionalidade: Império Austríaco

Nasceu a 06 Maio 1856, Freiberg in Mähren, Morávia e faleceu em 23 Setembro 1939.

Foi um médico neurologista e psiquiatra criador da psicanálise.







Frases de Sigmund Freud

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sigmund freud acoes consequencias

Quando a ação vem antes do pensar, as consequências podem ser desastrosas! Todos nós aprendemos isso uma hora ou outra ao longo da vida.

sigmund-freud-amar

Como fica forte uma pessoa quando está segura de ser amada!

sigmund-freud-amor-puro

Cães amam seus amigos e mordem seus inimigos, bem diferente das pessoas, que são incapazes de sentir amor puro e têm sempre que misturar amor e ódio em suas relações.

sigmund-freud-autoconhecimento

Volte seus olhos para dentro, contemple suas próprias profundezas, aprenda primeiro a conhecer-se! Então, compreenderá por que está destinado a ficar doente e, talvez, evite adoecer no futuro.

sigmund freud autoestima

Antes de diagnosticar a si mesmo com depressão ou baixa autoestima, primeiro tenha certeza de que você não está, de fato, cercado por idiotas.

sigmund freud carne ferro

Somos feitos de carne, mas temos de viver como se fôssemos de ferro.

sigmund freud ciencia medicamento

A ciência moderna ainda não produziu um medicamento tranquilizador tão eficaz como o são umas poucas palavras boas.

sigmund freud dias lutar

Um dia, quando olhares para trás, verás que os dias mais belos foram aqueles em que lutaste.

sigmund freud dor mudar

Quando a dor de não estar vivendo for maior que o medo da mudança, a pessoa muda.

sigmund freud felicidade feliz

A felicidade é um problema individual. Aqui, nenhum conselho é válido. Cada um deve procurar, por si, tornar-se feliz.

sigmund freud mulher quer

Nunca fui capaz de responder à grande pergunta: o que uma mulher quer?

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Não posso imaginar que uma vida sem trabalho seja capaz de trazer qualquer espécie de conforto. A imaginação criadora e o trabalho para mim andam de mãos dadas; não retiro prazer de nenhuma outra coisa.







Sigmund Freud - Sites Relevantes


eBiografia : Biografia de Sigmund Freud.

Wikipédia : Acerca de Sigmund Freud.





Textos Famosos de Sigmund Freud


O valor da vida

Freud sobre a respeito da neoplasia no maxilar:
"Detesto o meu maxilar mecânico, porque a luta com o aparelho me consome tanta energia preciosa.
Mas prefiro ele a maxilar nenhum. Ainda prefiro a existência à extinção."
"Setenta anos ensinaram-me a aceitar a vida com serena humildade."
(Interrogado sobre o pessimismo)
"Não sou pessimista. Não permito que nenhuma reflexão filosófica estrague a minha fruição das coisas simples.
Tive o bastante para comer. Apreciei muitas coisas – a companhia de minha mulher, meus filhos, o pôr-do-sol.
Observei as plantas crescerem na primavera. De vez em quando tive uma mão amiga para apertar.
Vez ou outra encontrei um ser humano que quase me compreendeu. Que mais posso querer?" (Sobre o auto-conhecimento)
"Certamente. O psicanalista deve constantemente analisar a si mesmo.
Analisando a nós mesmos, ficamos mais capacitados a analisar os outros.
Os outros descarregam seus pecados sobre ele. Ele deve praticar sua arte à perfeição para desvencilhar-se do fardo jogado sobre ele."
(Sobre a análise e a compreensão do mundo)
A análise nos ensina não apenas o que podemos suportar, mas também o que podemos evitar.
Ela nos diz o que deve ser eliminado. A tolerância com o mal não é de maneira alguma um corolário do conhecimento.
Que objeção pode haver contra os animais? Eu prefiro a companhia dos animais à companhia humana...
Porque são tão mais simples.
Não sofrem de uma personalidade dividida, da desintegração do ego, que resulta da tentativa do homem de adaptar-se a padrões de civilização()
É o resultado do conflito entre nossos instintos e nossa cultura.


As doutrinas religiosas

Todas são ilusões, são indemonstráveis e ninguém pode ser obrigado a tomá-las por verdadeiras, a acreditar nelas.
Algumas são tão inverossímeis, se encontram de tal modo em contradição com tudo o que descobrimos ardualmente sobre a realidade do mundo, que podem ser comparadas considerando devidamente as diferenças psicológicas - às ideias delirantes.
É impossível julgar o valor de realidade da maior parte delas.


A vida

A vida, tal como a encontramos, é árdua demais para nós; proporciona-nos muitos sofrimentos, decepções e tarefas impossíveis.
A fim de suportá-la, não podemos dispensar as medidas paliativas.
‘Não podemos passar sem construções auxiliares’, diz-nos Theodor Fontane.
Existem talvez três medidas desse tipo: derivativos poderosos, que nos fazem extrair luz de nossa desgraça; satisfações substitutivas, que a diminuem; e substâncias tóxicas, que nos tornam insensíveis a ela.
Algo desse tipo é indispensável. Voltaire tinha os derivativos em mente quando terminou Candide com o conselho para cultivarmos nosso próprio jardim, e a atividade científica constitui também um derivativo dessa espécie.
As satisfações substitutivas, tal como as oferecidas pela arte, são ilusões, em contraste com a realidade; nem por isso, contudo, se revelam menos eficazes psiquicamente, graças ao papel que a fantasia assumiu na vida mental. As substâncias tóxicas influenciam nosso corpo e alteram a sua química.


A sensatez de poucas leis e decretos

Penso que um excesso de decretos e de interditos prejudica a autoridade da lei.
Podemos observá-lo: onde existem poucas proibições, estas são obedecidas; onde a cada passo se tropeça em coisas proibidas, sente-se rapidamente a tentação de infringi-las.
Além disso, não é preciso ser-se anarquista para se ver que as leis e os decretos, do ponto de vista da sua origem, não gozam de qualquer caráter sagrado ou invulnerável.
Por vezes são pobres de conteúdo, insuficientes, ofensivas do nosso sentido de justiça, ou nisso se tornam com o tempo, e então, dada a inércia geral dos dirigentes, não resta outro meio de corrigir essas leis caducas senão infringi-las de boa vontade!
Para mais, é prudente, quando se pretende manter o respeito por leis e decretos, não promulgar senão aqueles cuja observação ou infração possam ser facilmente controladas.


A religião

A religião é um sistema de doutrinas e promessas que, por um lado, lhe explicam os enigmas deste mundo com perfeição invejável e que, por outro lado, lhe garantem que uma Providência cuidadosa velará por sua vida e o compensará, numa existência futura, de quaisquer frustrações que tenha experimentado aqui.
O homem comum só pode imaginar essa Providência sob a figura de um pai ilimitadamente engrandecido.
Apenas um ser desse tipo pode compreender as necessidades dos filhos dos homens, enternecer-se com suas preces e aplacar-se com os sinais de seu remorso.
Tudo é tão patentemente infantil, tão estranho à realidade, que, para qualquer pessoa que manifeste uma atitude amistosa em relação à humanidade, é penoso pensar que a grande maioria dos mortais nunca será capaz de superar essa visão da vida.
Mais humilhante ainda é descobrir como é vasto o número de pessoas de hoje que não podem deixar de perceber que essa religião é insustentável e, não obstante isso, tentam defendê-la, item por item, numa série de lamentáveis atos retrógrados.


A maldade

A maldade é a vingança do homem contra a sociedade, pelas restrições que ela impõe.
As mais desagradáveis características do homem são geradas por esse ajustamento precário a uma civilização complicada.
É o resultado do conflito entre nossos instintos e nossa cultura.
Muito mais desagradáveis são as emoções simples e diretas de um cão, ao balançar a cauda, ou ao latir expressando seu desprazer.


O homem enérgico

O homem enérgico e vencedor é aquele que pelo próprio esforço consegue transformar em realidade seus castelos no ar.
Quando este resultado não é atingido, seja por oposição do mundo exterior, seja por fraqueza do indivíduo, este se desprende da realidade, recolhendo-se onde pode gozar, isto é, ao seu mundo de fantasia, cujo conteúdo, no caso de moléstia, se transforma em sintoma.


Coisas psicanalíticas

Ora, essas coisas psicanalíticas só são compreensíveis se forem relativamente completas e detalhadas, exatamente como a própria análise só funciona se o paciente descer das abstrações substitutivas até os ínfimos detalhes.
Disso resulta que a discrição é incompatível com uma boa exposição sobre a psicanálise.
É preciso ser sem escrúpulos, expor-se arriscar-se, trair-se, comportar-se como o artista que compra tintas com o dinheiro da casa e queima os móveis para que o modelo não sinta frio.
Sem alguma dessas ações, criminosas, não se pode fazer nada direito.


Esforçamo-nos Mais por Evitar o Sofrimento do que Procurar o Prazer

Privamo-nos para mantermos a nossa integridade, poupamos a nossa saúde, a nossa capacidade de gozar a vida, as nossas emoções, guardamo-nos para alguma coisa sem sequer sabermos o que essa coisa é.
E este hábito de reprimirmos constantemente as nossas pulsões naturais é que faz de nós seres tão refinados.
Porque é que não nos embriagamos?
Porque a vergonha e os transtornos das dores de cabeça fazem nascer um desprazer mais importante que o prazer da embriaguez.
Porque é que não nos apaixonamos todos os meses de novo?
Porque, por altura de cada separação, uma parte dos nossos corações fica desfeita.
Assim, esforçamo-nos mais por evitar o sofrimento do que na busca do prazer.


As Nossas Possibilidades de Felicidade

É simplesmente o princípio do prazer que traça o programa do objectivo da vida.
Este princípio domina a operação do aparelho mental desde o princípio; não pode haver dúvida quanto à sua eficiência, e no entanto o seu programa está em conflito com o mundo inteiro, tanto com o macrocosmo como com o microcosmo.
Não pode simplesmente ser executado porque toda a constituição das coisas está contra ele; poderíamos dizer que a intenção de que o homem fosse feliz não estava incluída no esquema da Criação.
Aquilo a que se chama felicidade no seu sentido mais restrito vem da satisfação — frequentemente instantânea — de necessidades reprimidas que atingiram uma grande intensidade, e que pela sua natureza só podem ser uma experiência transitória.
Quando uma condição desejada pelo princípio do prazer é protelada, tem como resultado uma sensação de consolo moderado; somos constituídos de tal forma que conseguirmos ter prazer intenso em contrastes, e muito menos nos próprios estados intensos.
As nossas possibilidades de felicidade são assim limitadas desde o princípio pela nossa formação. É muito mais fácil ser infeliz. O sofrimento tem três procedências: o nosso corpo, que está destinado à decadência e dissolução e nem sequer pode passar sem a ansiedade e a dor como sinais de perigo; o mundo externo, que se pode enfurecer contra nós com as mais poderosas e implacáveis forças de destruição; e, por fim, a relação com os outros homens.
A infelicidade que esta última origina é talvez a mais dolorosa de todas; temos tendência para a considerar mais ou menos um suplemento gratuito, embora não possa ser uma fatalidade menos inevitável do que o sofrimento que provém das outras fontes. Não é de admirar que, debaixo da pressão destas possibilidades de sofrimento, a humanidade esteja habituada a reduzir as suas exigências de felicidade, nem que o próprio princípio do prazer se modifique para um princípio da realidade mais acomodado sob a influência do ambiente externo.
Se um homem se julga feliz, fugiu simplesmente à infelicidade ou a dificuldades.
Em geral, a tarefa de evitar o sofrimento atira para segundo plano a de obter a felicidade.
A reflexão mostra que há várias formas de tentar cumprir esta tarefa; e todas estas formas foram recomendadas por várias escolas de sabedoria na arte da vida e posta em prática pelos homens.
A satisfação desenfreada de todos os desejos impõe-se em primeiro plano como o mais atractivo princípio orientador da vida, mas implica preferir o gozo à prudência e penaliza-se depois de uma curta satisfação.
Os outros métodos, nos quais o evitar do sofrimento é o principal motivo, distinguem-se segundo a fonte de sofrimento contra a qual estão dirigidos.
Algumas destas medidas são extremas e outras moderadas, algumas são unilaterais e outras tratam vários aspectos do assunto ao mesmo tempo.
A solidão voluntária, o isolamento dos outros, é a salvaguarda mais rápida contra a infelicidade que possa surgir das relações humanas.
Sabemos o que isto significa: a felicidade encontrada neste caminho é a da paz.
Podemos defender-nos contra o temido mundo externo, voltando-nos simplesmente para uma outra direcção, se a dificuldade tiver que ser resolvida sem ajuda.
Há na realidade um outro caminho melhor: o de cooperar com o resto da comunidade humana e aceitar o ataque à natureza, forçando-a a obedecer à vontade humana.
Trabalha-se então com todos para o bem de todos.

Autor do Conteúdo...

Mateus, Luis. "Frases de Sigmund Freud em fotos para 2022: Citações & Mensagens", https://melhores-sites.pt/sigmund-freud-frases.html / Acedido em: 2022, Março 26. © Carpeus

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